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domingo, 3 de novembro de 2013

BRAZIL: " E que foi abolido o sexo."


RUMOREJANDO

José[Juca] Zokner 

PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.
Constatação I
O político conclama:
“Vamos parar
Com esse mar de lama”
Mas, por enquanto,
Vai levando
Um certo tanto,
Em troca de apoio
Na votação,
Gritando,
Apregoando:
“Vamos separar
Do trigo, o joio
E, duma vez, acabar
Com a corrupção”.
Constatação II
Esclarecimento: Comunico, a quem interessar possa, que o Juca, que andou jogando no meu Botafogo, não se trata da minha pessoa. Obrigado pela atenção.
Constatação III (De um pseudo–soneto de autoria do obcecado).
 
Arritmia cardíaca
 
Tive um sonho macabro
E fiquei assaz perplexo
Que vivemos num descalabro
E que foi abolido o sexo.
 
Acordei num estupor
Com o coração em disparada
Ensopado dum frio suor
Que deixou a fronha molhada.
 
Não foi como vivemos
O que me deixou tão assustado
Foram esses terríveis extremos.
 
Dos governantes o desempenho
Sempre tem sido despudorado.
Mas sexo? Eu não me abstenho...
 
Constatação IV
Há, dentre muitos, dois tipos de ‘tomara’: O ‘tomara que caia’ e o ‘tomara que chova’. O primeiro, como todos sabem, é aquele modelo de indumentária que não tem alças e, se eventualmente cair, mostrará em toda a sua plenitude o que os decotes, cada vez mais ousados, têm mostrado e que – não é absolutamente uma crítica ou uma reclamação – as famosas, cantoras, modelos e outras tantas procuram mostrar, mormente quando ‘siliconaram’; o segundo ‘tomara’ é inerente ao clima da minha cidade de Curitiba, onde o calor, abafado, induz que se almeje uma chuva que refresque. Ultimamente, tem acontecido com frequência. No entanto, é seguida de um frio que para quem está na primavera e não longe do verão, que causa transtornos, principalmente, para as mulheres que ficam naquela dúvida, provavelmente crucial, o que vestir para sair ou “levo ou não levo casaco”. Coitadas (só no segundo caso...)!
Constatação V (De uma dúvida crucial).
Foi Louis XV que disse: “Depois de mim, o Delúbio, digo, o dilúvio”? Quem souber a resposta, por favor, comentários no blog. Obrigado.
Constatação VI (De várias dúvidas cruciais).
Esse desdém, esse menoscabo, esse desprezo que os políticos têm por nós todos será que algum dia vai acabar? Ou nós continuaremos elegendo pulhas? Afinal, o movimento das ruas foi para quê? Quem souber a resposta, por favor, comentários no blog. Obrigado.
Constatação VII (De mais uma dúvida crucial).
Será que o sujeito que recebe o mensalão ou qualquer outro tipo de obtenção de ganho desse jaez consegue se olhar no espelho e dizer: “Não. Eu não sou um fdepê”? Quem conhece alguém que não consegue, por favor, comentários no blog. Mais uma vez, obrigado!
Constatação VIII
E já que falamos no assunto, não se pode confundir ex-mulher com ex-amante, muito embora o que tanto uma como outra tem denunciado casos de corrupção dos seus ex’s, exercendo a auto benesse de deputado, senador e outros cargos (cargo?) menos votados não está em gibi, enciclopédia, livro de história, bem como outras fontes de eventual consulta e/ou leitura. A recíproca para esses casos “dedoduráticos” ainda não foi possível investigar. Tão logo tenhamos a resposta daremos a conhecer, com urgência, aos nossos prezados leitores.
Constatação IX
Não é por nada, não, mas quando o meu Paraná traz, de um jogo fora ou dentro de casa, um empate este assim chamado escriba considera uma estrondosa vitória. Quando ganha, o que, neste ano, aconteceu – agora, lamentavelmente, parando – nem falar.
Constatação X
Destino ingrato,
Veio a acontecer,
Com aquele deputado
Que não conseguiu
Se reeleger
Levou, do seu eleitorado,
Uma baita cama-de-gato
Por causa do seu papo-furado.
E pra não pagar a conta,
Do ‘investimento’
Efetuado
Qual barata tonta,
No mesmo momento,
Fugiu.
Constatação XI
Existe uma música de carnaval do tempo deste assim chamado escriba, que não recorda mais o nome, mas que começava mais ou menos assim: “É com essa que eu vou sambar até cair”. E lá pelas tantas, dizia algo como: “Eu quero ver o ronca-ronca da cuíca, gente pobre, gente rica, deputado e senador[...]”. O autor se referia às pessoas caindo na folia. Não sei quem é o autor, mas não creio que hoje em dia ele manteria a parte da letra na qual ele afirma que quer ver deputado e senador...
Constatação XII
Deu, certa vez, na mídia: “O prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), afirmou estar muito satisfeito com a pesquisa DataFolha, segundo a qual ele foi avaliado como o prefeito que registrou o melhor índice de aceitação popular dos últimos 20 anos na administração paulistana nos primeiros seis meses de mandato”. Data vênia, como diriam nossos juristas, mas Rumorejando acha que, levando-se em conta os prefeitos dos últimos vinte anos que São Paulo teve, até não pega bem a DataFolha fazer tal tipo de pesquisa.
Constatação XIII
Não se pode confundir leitura com literatura, até porque quem não é dado à leitura, como ocorre, nos dias de hoje, com a maioria dos jovens, não vai manjar de literatura.
A recíproca só pode ser da seguinte maneira: Quem entende de literatura não é dado a ver televisão, por exemplo. Se deve a sua leitura, aulas sobre o assunto, conferência, palestra dos literatos e estudiosos e assim por diante.
Constatação XIV (De outra dúvida crucial).
O jogador LeBron James é o Messi do basquete ou o Messi é o LeBron James do futebol?
Constatação XV (De um pseudo-soneto).
 
Sonhando acordado
 
Era um time obstinado
Em conseguir seus intentos.
Mas sempre mal colocado.
Seu ataque não fazia tentos.
 
A defesa vivia cochilando
Ainda que fossem de boa estatura
Bola na área não se via cortando
Para os adversários era só candura.
 
Um dia se queimaram na parada
Com os constantes maus resultados
E o ataque deu uma baita virada.
 
Me contrataram para centroavante
E eu como sou daqueles bem atilados
Com meus gols o time ficou operante.
 
Constatação XVI (Continuação do pseudo-soneto anterior com novo pseudo-soneto).
 
Sonhando, apenas sonhando...
 
Cada gol de pintura ou não que eu fazia
Os companheiros vinham me bater na cuca
A verdade que depois a cabeça me doía.
“Puxa, como você é bom de bola, Juca!”
 
Eu não me importava com as batidas,
Pois à noite a mina me faria cafuné
Não só na moleira. Nas partes doloridas,
Massagens, dando ênfase as do meu pé.
 
Ela exigia que eu ficasse sem roupa, pelado.
E ela, alegando muito calor, também ficava
Sua mão no meu corpo me deixava arrepiado.
 
A gente não é de ferro, depois de tanto esforço.
E eu quase adormecia de tão cansado que estava
Entretanto, para certas coisas não se pede reforço...
 
Constatação XVII (Coisas Difíceis de Entender. Quem souber explicar, por favor, comentários no blog. Obrigado).
-Por que o esporte (esporte?) Box, ou vale-tudo ainda não foi proibido até hoje, já que mata ou inutiliza tantos lutadores? Basta ver, por exemplo, o que aconteceu com o lutador Cigano. E do lutador de box mexicano, Francisco Leal de 26 anos, que vários sites americanos e espanhóis, entre eles a ESPN, confirmaram no dia 22 de outubro último, a sua morte depois de três dias haver sofrido um nocaute.
-Por que não se proíbe a apresentação de animais nos circos, não se levando em consideração o stress deles e o fato de havê-los tirado do seu habitat?
-Por que os países ricos, tipo G8, se reúnem se tais reuniões são totalmente inócuas?
-Por que os países ricos reclamam à Organização Mundial do Comércio contra os países ditos em desenvolvimento e agem nas mesmas condições do que estão reclamando?
-Por que só alguns países participam e têm direito a veto no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas?
-Por que não se proíbe, de fato, as touradas na Espanha e em outros lugares? E as brigas de galo? E as de cachorro? E a farra do boi? E passarinho em gaiola? E a caça? E o rodeio, esse macaqueado, digo, copiado da maior potência do Planeta?
-Por que um sujeito que se candidata a um cargo no Legislativo gasta mais do que o seu eventual altíssimo salário irá auferir e caso se eleja, não cobrirá o que gastou? Será por idealismo em servir a pátria? Patriotismo? Devoção aos eleitores?
-Por que um deputado ou senador zera seus delitos se pedir demissão do cargo que vinha ocupando, podendo, assim, se candidatar novamente. E, pior, até conseguindo se reeleger? Por que, para ele, o delito anterior – e, claro, com dolo – passa a ser relegado, perdoado?
-Por que, ao chegar ao Poder, o governante brasileiro muda sua ladainha, seu proceder?
-Por que o governo sempre muda as regras do jogo no meio do jogo?
-Por que a decência ficou fora de moda?
- Por que a Justiça não é reformulada para não permitir tanta protelação?
-Por que o governo obriga que em casos que ela tem que pagar o que deixou de fazê-lo que se tenha de recorrer a um advogado que cobra um percentual que chega até 30% de sua participação?
-Por que os governantes, deputados, senadores, juízes e desembargadores e outros mais não levam ao pé da letra que “todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos”?
-Por que será que a Humanidade é insolúvel? Será que é por causa do crescimento da população que torna o acesso aos bens mais difícil? Daí o ‘tirar melhor proveito em tudo’ e por todos?
 
RICOS E POBRES
Constatação I
Rico tem abdome; pobre, pandulho.
Constatação II
Rico é robusto; pobre é inchado.
Constatação III
Rico é astucioso; pobre é espertalhão.
Constatação IV
Rico é sereno; pobre, mora no sereno.
Constatação V
Rico tem um ou outro contratempo; pobre convive com problema.
Constatação VI
Rico é tribuno; pobre, enrola.
Constatação VII
Rico é empreendedor; pobre, é vagabundo.
Constatação VIII
Rico tem desejo; pobre, só tem vontade.
Constatação IX
Rico é sistemático; pobre, é bitolado.
Constatação X
País rico espiona outros países, sob a alegação de combater o terrorismo; país pobre não espiona. Apenas espia a vizinha quando muda de roupa em frente à janela.
Constatação XI
Rico arrisca; pobre, abusa.
Constatação XII
Rico escreve; pobre, rabisca.
Constatação XIII
Rico, sofre de Mal de Alzheimer; pobre, nem tem o que recordar.
Constatação XIV
Rico mora numa mansão urbana; pobre na periferia suburbana.
Constatação XV
Rico faz grandes negócios que descobre; pobre faz grandes esforços para que não soçobre.
 
Site: www.rimasprimas.com.br