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quarta-feira, 9 de março de 2016

RUMOREJANDO A FÍSICA SEXO: VIBRAÇÃO E FREQUÊNCIA



RUMOREJANDO

PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.
Constatação I
Quando dá na mídia: Fulana de Tal aparece com a barriga chapada 
depois de 2 meses do término da sua gravidez, taí um exemplo de
 notícia que é de transcendental importância para o futuro da Humanidade.

Constatação II (Teoria da Relatividade para principiantes).
É muito melhor ter oscilações no mercado do que no desempenho sexual.

Constatação III
Perspicaz
Como sempre foi
A vaca
Não foi capaz
De fechar a matraca
Do seu marido
Ultimamente
Azedo
Tão-somente.
Agora, o casto,
Já gasto
E pacato boi
Considerado,
Outrora,
Quando, desde cedo,
Despontava a aurora,
O rei do pasto,
E do mais lindo mugido
Que competia
De noite e de dia
Com o do cavalo, o nitrido.
Coitado!
Constatação IV
E foi a formiga
Que se queixou
Pra comadre,
Sua grande amiga:
“O compadre
Acha que eu estou
Relaxada,
Engordando,
Embuchando
Nessa idade madura,
Ficando
Sem cintura”.
Coitada!

Constatação V
“Não há comiseração.
Aqui não se perdoa”,
Disse a leoa
Pra o seu marido leão.
“Venha cumprir a tua obrigação.
Eu sei que você foi ao cabeleireiro
Pentear a juba
E os pelos do teu rabo no traseiro.
Não seja beócio!
Tire da cabeça esse negócio
De suruba
Com outros animais.
Vou te fazer,
Com devoção,
Algo que nunca te fiz jamais.
Não me vem dizer
Que está cansado”.
Coitado!

Constatação VI (De diálogos conjugais).

E como dizia o físico para a sua mulher, também física, na hora
 do bem-bom: “Não esqueça, meu amor, que movimento vibratório
 é o de um corpo afastado da posição de equilíbrio para a esquerda
 e para a direita deste, que executa um movimento de vaivém. E ela,
 jogadora de truco, aprendido na faculdade, levantou pra seis na hora:
 “Tudo bem. Mas lembre-se, meu querido, amor da minha vida, que
 frequência é o número de vibrações por unidade de tempo...”

Constatação VII (Quaisquer semelhanças...).
Muito ativo
Muito vivo
Ao setor público
Foi lesivo.

Constatação VIII (Quase um pseudo-soneto).
Quando a gente é guri
A grande literatura
É o super-homem do gibi.
Outra, a gente não atura.

Quando a pessoa fica madura
A preferência muda
Lê-se o corpo humano “in natura”
E anatomia feminina a gente estuda.

Quando a pessoa envelhece
A leitura passa pro gênero sensual
Pra ver se aquilo que esmorece
Volta à condição antiga normal.

Quando se está caquético
A leitura passa ao jornal esportivo
Pra saber do Coritiba ou Atlético.
Ou do Paraná se ainda tá vivo.

Constatação IX(Quaisquer semelhanças...).
Quando estragou a televisão
E o cara rádio não ouvia
Nem jornal lia,
Como por encanto
E para seu grande espanto,
Deixou de ter depressão.

Constatação X
Para o zagueiro
E para os demais
Falou
O goleiro;
“Na minha frente, nada.
Deixe que eu encaixo”.
A falta foi mal cobrada.
O artilheiro
Pegou na orelha da bola
Como não fizera jamais.
Até parecia
Que chutou
Com a sola.
E acertou
O infeliz
Longe do nariz
Mais precisamente no país
De baixo.
E logo ele que havia
Se preparado
Pro casamento
No próximo dia.
Que tormento!
Coitado!

Constatação XI (De diálogos geométricos e de outras 
mensurações como, por exemplo, unidades métricas).
Ela deu um olhar secante
Que resvalou nele como uma tangente
Mas antes ela havia dado corda.
E ele pensou: “Nós somos extremos de um diâmetro.
Ainda que Cupido tentou nos atingir com uma flecha,
Após dar voltas, qual circunferência
Cada vez com raio menor”.
Agora ela me parece um purgante
Igual a tanta gente
Que te aborda
E de distância estamos um decâmetro*
O que corresponde uma grande brecha
Por ela não tenho alguma apetência
Já que por aí existe coisa muito melhor.
*Decâmetro?

Constatação XII
Por que será que raramente os jogadores brasileiros pedem 
desculpas ao adversário quando fazem falta ao contrário de 
boa parte dos jogadores da Europa? Será que é por uma questão
 de nível ou de falta de orientação?

Constatação XIII (Quadrinha para ser recitada quando se 
quer desmanchar o namoro).
“Ver para crer como São Tomé
É preciso, como tudo, ter fé,
Seja na reza ou no candomblé
Você sabe fazer pelo menos um café?
Constatação XIV
“Tô regenerado”,
Ele disse pra mulher
Ao chegar
Em casa tarde
Totalmente chumbado.
“Por favor, não faça alarde”.
Levou o dele com o cabo de madeira
Da colher
Que lhe fez um galo na moleira.
“Vou te deixar
No ostracismo,
Por causa do teu caradurismo”,
Ela se pôs a gritar.
“Vire-se sozinho.
Ponha-se a buscar
Um pingo de carinho.
De ora em diante
Não conte comigo
Nem por um instante.
Você virou meu inimigo.
Seu pilecado”.
Coitado!
Coitado?
Pilecado?

Constatação XV
Deu certa vez na mídia: “Reduzida pena de iraquiano que atirou
 sapatos em Bush”. “Data vênia, como diriam nossos juristas, 
mas Rumorejando ouviu rumores que o cara ia receber uma 
condecoração por ter virado unanimidade internacional”.

Constatação XVI (Coitados...).
Rumorejando não entendeu a razão de toda aquela celeuma em
 torno das passagens aéreas para os parentes viajarem e usar o 
telefone celular por conta da viúva. A Declaração de Direitos do 
Homem e do Cidadão, promulgada pela Assembleia Nacional francesa
 de 26 da agosto de 1789 e que precedeu o rolamento de tantas 
cabeças na guilhotina, diz no seu Art.1º.: “Os homens nascem e
 são livres e iguais em direitos. Asdistinções sociais só podem 
fundamentar-se na utilidade comum”. Afinal, os pais da pátria 
socialmente são muito distintos e o conceito de utilidade comum 
é muito relativo. Viagens trazem para os viajantes muita utilidade 
e o uso de celular, ou outro meio ajuda a uma melhor comunicação 
entre pessoas, mormente entre parentes...

Constatação XVII
E já que falamos no assunto, para os políticos promessa não é dívida.
 É mais um – se não o mais importante – instrumento ludibriável.

Constatação XVIII (Dúvida crucial).
E já que também falamos em Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão,
 a mulher que dorme de calcinha ela está infringindo a Constituição ao impedir 
que “todo o cidadão tem o direito de ir e vir livremente”?

Constatação XIX
E como dizia aquele sovina, mão de vaca, avarento que comparado 
com o personagem de Balzac, pai Grandet, este seria considerado 
um perdulário: “A parte mais sensível do corpo humano, 
indubitavelmente, é o bolso, como muitos dizem por aí...”

Constatação XX (De mau-caratismo).
Quem, à mulher, apregoa
Que o mundo vai acabar
É o tipo de pessoa
Que só quer a pobre perturbar
Depois fica rindo à-toa
Indo uma gatona namorar.
Constatação XXI (De conselhos úteis).
Se você tenciona ir pra França, estude bem a tabuada e as quatro 
operações. Se você, por exemplo, entrar numa loja para fazer 
compras e o vendedor te disser que um determinado produto vai te
 custar “quatre vingt douze”, você terá que multiplicar quatro vezes
 vinte e o resultado somar com doze. Salvo ledo engano, você vai 
obter noventa e dois. Se for em franco ou euro ele, o vendedor, te
 dirá. Aí, fatalmente, você vai calcular em reais e provavelmente
 desistirá da compra. Salvo se você foi freguês da Daslu... De nada!

Constatação XXII (Teoria da Relatividade para
 principiantes beatos).
É muito melhor ter calos nos joelhos do que na barriga...

Constatação XXIII
Quando terminou a pilha da escova de dentes elétrica o sujeito
 parou de lavá-los até comprar uma pilha nova. Era o mesmo 
cara que quando estava descendo a escada rolante e faltou energia
 elétrica, sentou no degrau, esperando que a energia voltasse. Coitado!

Constatação XXIV
Marido que quer soltar as amarras
Arrisca levar uma tunda
De chinelo
Ou com varas
De marmelo
Na bun, digo cacunda.

Constatação XXV (Para o paranaense Rogério Ceni,
 goleiro e artilheiro do São Paulo, que pendurou as 
chuteiras e recebeu muitas homenagens, inclusive 
deste assim chamado escriba que é torcedor do Corinthians).
Sentiu a alma
Cheia de flor
No último minuto
Da partida
Aquele petardo,
Na medida,
Em direção à rede,
Do matador,
Nada fajuto,
Com muita sede
De faturar o seu
O goleiro com calma
Galhardo,
A bola espalma.
Felizardo!
Aí, empate não deu.
O seu time venceu!

Constatação XXVI
Quando, certa vez, o obcecado leu na mídia que a então 
Chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, declarou
 “que não se pode confundir poupança com investimento”
 deu um sorriso de escárnio e do alto da sua presumida 
sapiência enunciou a pérola, esnobando no vernáculo:
 “Mas tem muita gata que investe na poupança para siliconá-la”.
 Data vênia, mas Rumorejando gostou da expressão: siliconá-la.

Constatação XXVII
Não se pode confundir trapaceiro com tapeceiro, muito embora 
tenha muito tapeceiroque vende tapetes dizendo que são de 
determinada origem e qualidade e não são. Aliás, isso não ocorre 
somente com tapeceiro. No comércio, indústria e serviços em 
geral também ocorrem. Nos serviços da Câmara e Senado, inclusive.
 Serviços? Quais?

Constatação XXVIII
Tem gente que para ganhar uma discussão chega a desdizer o que
 havia afirmado peremptoriamente. No decorrer da discussão desdiz 
o que desdisse, mas, sem, no entanto, retornar o que havia dito
 inicialmente. Vige!

Constatação XXIX (De uma dúvida crucial, via pseudo-haicai, 
para ser questionada onde ao leitor melhor lhe aprouver).
Na idade vetusta, uma ereção
É merecedora, é digna, é adequada
A uma baita comemoração?

Constatação XXX
Com a possiblidade do aspirante a ser candidato a presidente da 
República dos Estados Unidos, Donald Trump que a mídia 
europeia já externou, assustada, com a possibilidade de, já candidato, 
ele vir a ser eleito, vale lembrar a existência de dois livros 
autobiográficos de Charlie Chaplin e Jane Fonda que sempre se 
empenharam em lutar contra o que e quem os governantes 
americanos não trataram devidamente, como o preconceito racial, 
a guerra do Vietnam, a caça às bruxas do macarthismo e assim por diante.

RICOS & POBRES
Constatação I
Rico se caracteriza por especialização da mão-de-obra; 
pobre é pau-para-toda-obra.
Constatação II
Rico é perscrutador; pobre, mete o bedelho onde não é chamado.
Constatação III
Candidato rico gasta milhões para se eleger; 
candidato pobre, só se elege na base do voto de protesto dos ricos.
Constatação IV
Rico doa um apartamento para a filial com garagem para não ser visto;
 pobre, é flagrado pela legítima namorando.
Constatação V
Rico abastece o carrão com gasolina especial;
 pobre empresta a bomba do vizinho para encher o pneu do carrinho de mão.