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quinta-feira, 9 de abril de 2015

BRAZIL CORRUPÇÃO: A QUEM SERVEM OS POLÍTICOS?

RUMOREJANDO

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http://rimasprimas.blogspot.com.br/
PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.
Constatação I
Não se pode confundir sacrilégio* com sortilégio**, muito embora 
haja muito sortilégio, mormente em certos países onde se verificam 
toda espécie de assaltos à nação e que são pagos por todos os demais
 pagadores de impostos ou os que deixam de ter atendimento médico 
compatível, educação como na Finlândia ou Coréia do Sul, Segurança
 como no Japão, atendimento burocrático de 1º Mundo sem que seja 
considerado pelas autoridades, nos 3 Poderes, um sacrilégio
Quaisquer semelhanças com determinado país, que nos diz respeito,
 é maldade, má fé, boato, balela, maledicência e assim por diante 
absolutamente não é mera coincidência...
*Sacrilégio = Substantivo masculino.
1. Uso profano de pessoa, lugar ou objeto sagrado; profanação.
2. Ato de impiedade; profanação:
3. Ultraje feito a pessoa sagrada ou venerável.
4. P. ext. Ação digna de censura ou reparação; ato condenável (Aurélio).
**Sortilégio = Substantivo masculino.
2. Sedução ou fascinação exercida por dotes naturais ou por artifícios.
3. Maquinação, trama (Aurélio).
Constatação II
Que me perdoem os meus amigos petistas, lulistas e dilmistas, mas Rumorejando necessita de um tradutor simultâneo para
 dar entendimento a nós, pobres mortais, que não conseguimos
 acompanhar o pensamento e/ou raciocínio da Sra. Presidente (a).
Nota: Não precisa ter o tirocínio e o raciocínio do
 francês Jean-François Champollion* que decifrou a Pedra de Roseta.

*Jean-François Champollion foi um linguista e egiptólogo francês.
 Considerado o pai da egiptologia, a ele se deve a decifração
 dos hieróglifos egípcios. (Wikipédia).

Constatação III
Não se pede confundir lambança com lembrança, muito embora
 com a lambança que os políticos e governantes estão fazendo e 
com os impostos aumentando para tapar os furos dessas lambanças
 não deixará de ficar uma má lembrança em nós simples mortais 
que teremos de pagar o ônus da mencionada lambança.
Constatação IV
Deu, certa vez, na mídia: “Família em NY tenta viver um ano sem 
papel higiênico”. Taí uma notícia de transcendental importância para
 o futuro da Humanidade, exceto para a Venezuela...
Constatação V (Elite inócua).
No 3º Congresso Nacional do PSDB, o então presidente 
Fernando Henrique Cardoso disse que o “País precisa ser liderado por
 quem fala 'bom português', Quando Collor de Melo foi eleito presidente
 da República, a França se pronunciou dizendo que “finalmente o Brasil
 tem um presidente que fala francês”. E deu no que deu. FHC fala também
 inglês, francês e espanhol. E deu no que deu. Alguém é capaz de dizer o
 que esse cidadão fez pelo país e pelos cidadãos, durante os 8 anos que
 presidiu o Brasil? Quem puder, por favor, comentários no blog.

Constatação VI
Depois que o obcecado viu as fotos da jornalista Mônica Velloso na revista
 Playboy passou a contestar a mulher do senhor Renan Calheiros quando 
ela afirmou que “os homens são todos uns bobos”. “Bobo é o nariz dela”,
 disse educadamente o ‘idéia fixa’ sem apelar para o palavrão...
Constatação VII
Deu, certa vez, na mídia: “Mares Guia se demite do Ministério e diz que é inocente”. Em outras palavras: Nos valeriodutos da vida, por tais mares, ele afirma que nunca singrou, porque tais mares nunca foram navegáveis por ausência de 
estrela guia (Perdão, leitores).
Constatação VIII (Até prova em contrário, todos são inocentes).
Sem qualquer alusão a quem quer que seja, mas nos valeriodutos da vida, 
mensalões, petrolões, bndesões, lava jatos e outros mais, também da vida 
todos os políticos se dizem inocentes. E coincidência ou não todas as 
declarações de infratores da lei no que tange a roubos e assaltos, digamos,
 do cotidiano, todos, também, se dizem inocentes...
Como sempre aparece ou aparecia nos filmes: “Qualquer semelhança
 com fatos, coisas e pessoas é mera coincidência”. Vige!

Constatação IX (É vedado por lei que governantes sejam donos ou
 sócios de meios de comunicação).
Deu, certa vez, na mídia: “Dos 81 senadores, 23 deles - quase 30% do total -
 aparecem como proprietários de rádios e televisões”. Isso, sem contar os
 laranjas. Cá entre nós, prezado leitor, será que os três Poderes da República
 não poderiam passar para dois ou um, sendo que o Legislativo poderia ser
 substituído por setores da sociedade convocada, para cada caso, por 
especialistas no assunto a ser tratado. E, claro, o Executivo também. 
Aí, por sua vez, o Judiciário, através dos seus componentes, seria escolhido
 por mérito e não por razões políticas. Fica consignada a sugestão de Rumorejando.
Constatação X
Em certos países não se deve usar expressões como “ela tem um coração de ouro” 
ou “ele é um estudante c. de ferro”, ou, ainda, “eles têm cabelos de prata”, pois poderiam causar transtornos às pessoas referidas que poderiam vir a ser assaltadas...
Constatação XI
E como diz o meu grande amigo Wilson Caron, atleticano de quatro costados: 
“O cara jogou tão mal, é tão ruim que perdia a bola pra ele mesmo”. Não sei se foi alguma alusão aos times do meu Paraná e o do meu Botafogo que estão na
 Segundona. Coitados!
Constatação XII
Não se deve confundir cizânia, que o dicionário Houaiss define como “falta
 de harmonia; desavença, rixa, discórdia” com zizânia, que o mesmo dicionário
 define como “coisa ruim, de má qualidade”, muito embora quando se recebe um trabalho e/ou produto com a característica de zizânia o fato pode provocar uma cizânia que pode levar litigantes até consequências extremadas. A recíproca é verdadeira. Só não é se entrar fatores corretivos, a turma do deixa disso e outros aspectos assaz pacificadores.
Constatação XIII
E não se pode confundir indiciado com indicado, muito embora tenha muito indiciadoque foi indicado por algum dedo-duro, ou não, de haver, ou não, cometido algum deslize. A recíproca é verdadeira. Basta ver o que a mídia 
divulga todos os dias e a toda hora o que vem acontecendo em nosso país 
com relação à corrupção.
Constatação XIV
O septuagenário, quase octogenário, evidentemente ex-sexagenário, 
ex-quinquagenário, etc. elucubra, sobre a possibilidade em conseguir 
arrumar um emprego de provador de vinho ou cerveja. De vinho, durante
 o inverno e de cerveja durante o verão. São várias as razões para tal:
 1º Unir o útil ao agradável ou desagradável. Afinal, o vinho ou a cerveja
 podem vir a ser de má qualidade; 2º Outro emprego nessa faixa de idade
 não é fácil; 3º O septuagenário tem conhecimento, por experiência própria, 
no assunto que foi acumulado estoica e sem algum sacrifício ao longo de
 todos esses anos. Ou como diriam os entendidos que gostam de usar 
expressões sofisticadas dos nossos irmãos do norte, mormente em
 economia, tem know-how.

Constatação XV
Sugestão aos nossos filólogos: Blablasil = O eterno blablablá dos políticos 
do nosso país.
Constatação XVI
E como dizia o obcecado cada vez que adentrava, evidentemente acompanhado,
 na suíte de um motel e, evidentemente também, pago pela gata, querendo 
mostrar erudição na língua de Shakespeare: “Home ‘suíte’ home”.

Constatação XVII (Quadrinha com sujeito indeterminado).
Preparou com preceito um chimarrão
Quando sorveu a bomba entupiu
Teve que chupar com tanta disposição
Que até a dentadura engoliu.
Constatação XVIII (Quadrinha catártica).
Desci a ladeira na banguela
O carro pegou velocidade
Pisei no freio com vontade
A sogra voou pela janela.
Constatação XIX (Quadrinha sem adjetivo).
Tomou uma birita
E passou a desmesurar.
Achou-se um cosmopolita,
Até o porre passar.
Constatação XX
Achou risível
O que é terrível.
Também pudera
O rastaquera
Do deputado
Teve um aumento,
Uma bonificação,
Um incremento
Do seu “ordenado”,
No tal do mensalão.
E mesmo sendo omisso
No comparecimento
De muita sessão,
Tudo ficou por isso.
Constatação XXI
Essa história de quartas de final, no futebol, principalmente para quem
 torce para o meu Paraná, na base do mata-mata, que quer dizer quem 
perder está fora, quase mata a gente do coração.
Constatação XXII
Assistir os BBB´s da vida, na Globo, é algo mais de transcendental
 importância para o futuro da Humanidade.
Constatação XXIII (Quadrinha para ser recitada por quem é avô).
Fui jogar bola com o neto
E tentei dar um sem-pulo
Ele foi meio incompleto,
Parecendo coice de mulo.
Constatação XXIV (Todos os homens são iguais perante a lei?).
Não se pode confundir pressente, do verbo pressentir, com presente
muito embora a gente sempre pressente que a Câmara Federal sempre 
vota foro privilegiado para ex-autoridades, o que, nos últimos tempos 
 no que nos é dado a ver, de uma certa maneira, está se votando em
 causa própria, isto é, estão se dando um  presente a si mesmos. 
A recíproca para esses casos é verdadeira, como no caso que, se o
 cidadão ganha umpresente da sogra (normalmente uma gravata americana, consequentemente horrorosa), ele já pressente a evidência, a certeza 
inconteste que ela pretende passar uma temporada na casa do casal. Coitado!
Constatação XXV (Quadrinha para ser recitada pra quem 
depende de empréstimos bancários, evitando, se possível, o
 derramamento de copiosas lágrimas).
Paguei, em dia, uma duplicata,
No banco que fica ali na frente,
Tive que dar uma de acrobata
E pro gerente ficar sorridente.

RICOS & POBRES
Constatação I
Rico estimula; pobre, vaia.
Constatação II
Rico tem estômago; pobre, tem bucho.
Constatação III
Rico faz muxoxo; pobre, faz careta.
Constatação IV
Rico fica enfermo; pobre faz manha.
Constatação V
Piá de rico é sapeca, traquinas; de pobre, é mal-educado.
Constatação VI
A opinião de rico repercute favoravelmente; a de pobre é chute.
Constatação VII
Rico vai assistir as corridas da Fórmula I onde ela ocorre; 
pobre empurra o carrinho de mão onde o trabalho ocorre.
Constatação VIII
Rico faz um cruzeiro nos países nórdicos; pobre, anda ida e
 volta de ônibus da capital, onde trabalha para a região metropolitana 
onde mora.
Constatação IX
Rico faz coleção de carros antigos; pobre, quando tem um carro,
 está caindo os pedaços de tão velho e de falta de manutenção.
Constatação X
Rico assiste desfile de modas onde participam as modelos famosas;
 pobre anda com chinelo de dedo, quando não descalço.